Olá! Seja bem-vindo! Meu nome é Wesley e escrevo experiências e ideias sobre estilo de vida com meu amigo Renan neste blog. Esperamos que possa tirar um bom proveito da leitura!
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Cicatrizes da Estrutura
sábado, 13 de julho de 2019
O Menino Que Queria Salvar O Mundo
Tentar entender o mundo nunca foi fácil para mim, imagino que também não seja para outras pessoas, mas a vontade nata de buscar soluções para os problemas dos outros me fez chegar até aqui. Talvez realmente seja uma grande virtude, ou apenas uma forma de meu subconsciente buscar uma recompensa que muito me foi negada, a atenção, o amor e o carinho.
Negro, gay, antissocial e outras características de minha identidade que me deixam mais a base da piramide hierárquica de respeito em nossa sociedade, com a injustiça sempre estive de mãos dadas, mesmo antes de entender o que era. Como pode o menino crescer e achar que pode mudar o mundo?
Já pensei em mudar pela raiva, mas o ódio gera ódio, e o ódio que vem de cima sempre será mais forte, sempre será mais corrosivo. Já pensei em mudar pelo amor, mas o amor aqui é mercadoria, o amor tem valor, e o meu amor não vale nada, é ignorado. Como pode oferecer amor o menino que não recebeu?
O menino tentou, tentou e tentou... mas o menino não teve um resquício de retorno. Tente mais uma vez, dizem ao menino, se não der certo, tente de novo, e continue tentando, pois o menino está apenas no começo. A guerra é longa, o menino está cansado, ele está sempre tentando de novo e está sempre recomeçando. Como pode assim, o menino chegar ao fim?
A guerra está por todos os lados, o menino é um só. O menino é teimoso. O menino não tem recompensa. O menino não tem força. O menino está sozinho. Como pode o menino salvar o mundo sozinho?
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
O medo da solidão
Sou cercado de amor, sempre fui assim. Sempre gostei de histórias de amor, sempre gostei de amar. Mas nunca fui amado de fato e isso justifica o título deste texto.
Sempre quis viver uma história de amor típica de cinema, sabe? Ou típica de um bom livro. Mas nunca vivi, sempre me rendi as migalhas das mais diversas pessoas que passaram na minha vida pelos últimos 21 anos.
E isso está me deixando com medo, com medo da solidão. Será que eu "fiquei pra titio"? Como dizem nas famílias quando a pessoa fica muito tempo solteira? Será que serei aquele tio solteirão? São perguntas das quais me faço diariamente afim de tentar entender o porquê de um jovem tão romântico nunca ter de fato vivido uma linda história de amor como sempre desejou.
Alguns irão dizer:"Ah, mas você é jovem, ainda irá encontrar o amor da sua vida". Talvez eu encontre, talvez, mas se eu não encontrar? Terei que aceitar o destino de ser o tio solteirão? Não que eu não goste da minha companhia, pelo contrário, amor próprio eu tenho. Mas tenho tanto amor que não acho justo guardar só comigo, eu quero poder transbordar outra pessoa com esse amor que eu tenho.
Eu quero encontrar alguém que me faça acreditar que o amor vale a pena (como eu mesmo digo quando aconselho algum amigo). No fundo eu só não quero me sentir sozinho, sabe?
Mas eu sei que o amor, aquele amor verdadeiro chega com o tempo. Então não adianta eu sair dando like pra qualquer pessoa no tinder, flertar com vários na rua,pedir ajuda aos amigos. Pois no fundo, bem no fundo, eu sei que quando for a minha hora alguém irá aparecer.
Até lá só me resta esperar...e claro, não deixar ser dominado pelo medo.
É isso, até o próximo post!
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
A Maldição dos 6 Meses
Para fundar a minha tese de que possuo essa maldição, olho para trás e analiso como as situações se repetem dentro desse prazo. Hoje é o dia do qual a última variável para meu estudo ocorreu. Dentre algumas decisões em minha vida e de terceiros, terei que mudar de casa e companheiro de lar. Lugar do qual boa parte das pessoas que rodearam a minha vida nesse momento fizeram parte.
No momento, está sendo uma dor terrível de deixar para trás um pedaço de minha história. Dentro desse quarto bagunçado eu me entorpeci, fiquei bêbado, fiquei chapado ao extremo, desmaiei e vomitei. Dentro desse quarto pequeno eu dormi, tive ótimos sonhos, tive péssimos pesadelos, tive acolhimento de braços amigos e tive ótimos momentos de larica. Dentro desse quarto apertado eu amei, amei meu amigo, aprendi mais um pouco a amar a mim mesmo e me apaixonei por um novo homem. Eu me apaixonei, mas dessa vez foi com responsabilidade e com respeito a mim, esse homem não me amava de volta, então entendi que ele não poderia ficar. Eu deixei ele ir, próximo á conclusão dos 6 meses.
A praga dessa maldição é a saudade, pois a saudade machuca. Porém, é preciso seguir com o caminho após o inicio de um outro ciclo, e nesse novo ciclo levarei comigo as memórias. A alegria, entusiasmo, vontade de tomar à frente e carência de atenção de meu amigo ficarão em meu coração. O toque, o beijo, o sexo e o carinho do homem que amei também carregarei no peito.
Agora, preciso estar aberto aos novos abraços, novos beijos e novos amores. A vida é uma grande jornada, então sente-se e aproveite a vibe.
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Sobre O Rio
Eu precisarei de uma pedra?
Não... Meu coração é pesado o suficiente,
Ele me levará para o fundo com certeza.
Sobre o rio, eu sorrio:
Vou sentir falta de tudo?
Não... Estarei orgulhoso em deixar para trás...
E nunca mais voltar.
Sobre o rio, eu fecho meus olhos:
Um pulo e eu estarei lá?
Não... Alguém pulou antes de mim...
E ele nunca será meu amigo.
Sobre o rio, eu penso:
Vou pular novamente?
Não... Por trás das portas fechadas
Me apaixono novamente pelo meu ser.
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Situações Embaraçosas Envolvendo Sexo 01
Chegando lá,
música alta, pessoas dançantes com copos fluorescentes de bebida, luzes verdes
e azuis piscando para todos os lados e o lugar era escuro para dar o clima à
vida noturna. Estava sendo puxado pelas mãos por um de meus amigos me
direcionando ao bar que ficava ao lado da pista de dança, estávamos em cinco
pessoas, mergulhávamos dentro da fumaça que estava cobrindo o local. Pegamos nossos primeiros drinks, era algo como vodka com energético sabor de maracujá (cada um com seu gosto, amores). Tomávamos um, dois, três ou quatro copos quase que simultaneamente enquanto dançávamos como se estivéssemos flutuando na pista de dança.
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Não se entregue!
Fazia tanto tempo que não escrevia para o blog, mas hoje bateu saudades e nem falei com o Wesley que iria escrever.
É tão difícil falar sobre isso, mas tentarei contar do começo.
Há uns 5 anos eu percebi que alguma coisa na minha vida estava diferente, há 5 anos a depressão deu os primeiros sinais na minha vida. Só que eu sempre ouvi da minha família que aquilo era "bobeira", portanto nunca fui atrás de ajuda.
Há menos de um ano as coisas pioraram e sem saber muito o que fazer, eu pedi ajuda para algumas amigas, que me aconselharam a procurar ajuda psicológica. E eu mais uma vez não fui atrás da ajuda necessária, posteguei, não por achar bobeira, mas por não ter forças realmente de ir atrás.
Há menos de um mês aconteceram inúmeras coisas na minha vida e eu precisei pedir ajuda. Pois percebi que não era normal uma pessoa sentir vontade de se matar todos os dias, não conseguir sair da cama, não conseguir mais sorrir.

Há uma semana, enfim eu consegui recorrer a ajuda psicológica, quando cheguei no extremo dos problemas da minha vida. Ou eu recorria a uma ajuda ou eu me jogava do primeiro precipício que estivesse na minha frente.
A mensagem que eu quero deixar nesse texto é: sempre peça ajuda, depressão é coisa séria, não faça como eu que só pedi ajuda depois de uma tentativa de suicídio. Procure ajuda, grite, desabafe, mas não se entregue a depressão.
É isso, a gente se encontra em algum post qualquer hora dessas.
P.s: A imagem que ilustra essa publicação é do filme "Com Amor, Simon" que representa um pouco do que estou passando.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Relacionamentos Em Um Copo de Vinho
Escrever é uma dádiva que tenho me dedicado em certos momentos de minha vida, que sem perceber, acabei registrando acontecimentos bons e ruins dentro de um grande período de tempo. Esses eventos poderão estar por aqui mesmo depois de anos, talvez por anos até em que eu já não esteja mais fazendo parte daqui e absorvo isso como algo incrível. Além do mais, escrever também é algo muito relaxante para mim. Escrever funciona como uma válvula de escape para que os sentimentos não estourem aqui dentro.
Falando em sentimentos, podemos começar a falar sobre a minha atual vida amorosa? Isso costuma ser muito importante para as pessoas. Já não sei se considero importante para mim, pois após tantas frustrações e amadurecimento, acabei me convencendo que as pessoas hoje em dia não estão preparadas para seguir com um relacionamento, ou talvez apenas eu não esteja. Desmarcar encontros recorrentes em cima da hora, sair com pessoas que acabei de conhecer apenas para satisfazer minhas carências e evitar envolvimentos que começam a se tornar mais íntimos. Esta tem sido a minha forma de encarar relações amorosas.
Evitar de se envolver tem sido o meu escudo. Deixar sua alma ser tocada por qualquer pessoa pode trazer um grande estrago para ela. Porém, não estou imune a sentir aquele frio na barriga ao receber mensagens de uma pessoa. Tenho encontrado algumas pessoas, conversado e feito sexo casual, mas com uma pessoa em específico há algo que já senti algumas vezes mas não de forma comum. Vamos tentar entrar em contato com os conflitos que tenho em minha cabeça sobre está pessoa?
Ele consegue me induzir a vir me visitar mais vezes do que eu permitiria outra pessoa, ele diz gostar do mundo que criei em meu quarto, ele gosta de escutar as minhas histórias (Aliás, o que não é novidade para um Curitibano sobre uma vida no Rio de Janeiro, não é?), gosta de conhecer as minhas musicas e meus demais gostos, gosta de acariciar o meu cabelo enquanto escutamos Willow Smith e dividimos drogas ilícitas, gosta de acariciar a leve curvatura que há entre meu abdômen e minha virilha, diz amar a cor de minha pele e o formato de meus lábios.
Sua aparência e suas idéias também me agradam, ele é meu veterano na faculdade, o que eu poderia esperar? Além de já estar quase concluindo nosso curso e saber de quase tudo sobre os assuntos da faculdade, ele possui lindos cachos dourados, olhos azuis com um entorno avermelhado pelo uso de THC, uma barba loira e crespa cujo seu toque me causa arrepios e lábios que apesar de não serem tão grossos quanto os meus, consigo sentir toda a suavidade neles, tocando-os como se me levantassem e me tirassem de minha realidade. E é deitando sobre seu peito que consigo me sentir seguro mais uma vez.
Isso é positivo até eu pensar que essa pessoa de fato não pertence a mim, talvez nunca pertença, como todas as outras que já passaram pela minha vida e fizeram tal bem. Ninguém é dono de ninguém, não é mesmo? Pelo menos na teoria é fácil de se pensar dessa forma, mas nem sempre na prática conseguimos controlar essa nossa vontade de obter as pessoas como se fossem de fato nossas. Essa pessoa presente no atual momento em minha vida realmente é muito especial e me faz sentir bem, não excluo esse fato. Porém, já conversamos sobre nossa relação e entramos em um acordo quase vindo apenas de uma das partes sobre ser algo apenas casual.
Relacionamentos tanto amorosos quanto os demais são muito complicados. Treino e reflito todos os dias sobre como lidar com eles, só que ainda não me vejo capaz. São muitas questões sociais, econômicas e raciais envolvidas nessas relações. Fora que mesmo excluindo todos esses impedimentos, ainda sim é dificil lidar com a mente de outras pessoas. Dessa forma, o que consigo ter de fato como amigo, são o meu cigarro e minha taça de vinho. Companheiros que vão me matando lentamente, porém sem me beijar e me abandonar no final.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
O Mulato
segunda-feira, 16 de abril de 2018
A Favela Me Trouxe Uma Adolescência Fora do Convencional
Eu cheguei a nascer em uma casa de classe média, só que ao completar cerca de 2/3 anos, os meus pais se separaram e minha mãe teve de correr para as asas de sua mãe (minha vó) para sobreviver em sua nova realidade de mãe solteira de dois filhos. A minha vó era uma mulher solitária, que também teve de criar seus 3 filhos em um dificil mundo machista que podava as suas esperanças de crescimento socioeconômico.
Minha vó, morava em uma casa em um lugar isolado na favela. Haviam campos em volta de nossa casa, era uma casa sem reboco nas paredes e com janelas pequenas de metal. Eu cresci nesse lugar. Não haviam vizinhos muito próximos, e os mais próximos, não davam a minima para nossa existência naquele local. Os meus parentes também evitavam aparecer em um lugar como aquele, então a casa era mais um local intimo onde só haviam eu, meu irmão, minha mãe e minha vó.
Durante a minha fase de escola, os meus colegas de classe sempre questionavam onde eu morava, pois todos eles moravam próximos uns aos outros ou no minimo já tinham se visitado. Porém, eu tentava dizer o minimo possível para esconder onde eu realmente morava, pois sabia que aquele seria mais um fardo se carregar durante a escola. Eu sabia o que diziam sobre aquelas pessoas que moravam na favela.
Quando vamos amadurecendo, vamos aos poucos aceitando quem realmente somos e de onde viemos. Precisamos passar por essas etapas para nos encontrar de fato. Eu sempre soube que era gay e me assumir para a sociedade e para os meus pais foi algo pouco complicado. Eu demorei para me entender como uma pessoa negra, pois o fato de ser mestiço fez com que o meu entendimento como pessoa negra fosse um processo dificil, aliás, essa sociedade faz com que queiramos nos "salvar" dessa característica.
Agora, me entender como um favelado, criado na favela, é uma visão que ainda está se desconstruindo em minha mente. Isolei-me de mais das pessoas por conta disso, uma coisa tão simples. É apenas o lugar onde eu cresci. Obviamente eu tive uma formação diferente das pessoas que foram criadas em outras realidades, mas a minha carga cultural pode ser tão interessante quanto de qualquer outra pessoa.
Apesar desse fardo que tinha que carregar, hoje consigo ver que foi um fardo desnecessário. Eu não vivi muito da favela pois estava sempre isolado dentro de casa. Porém, a vista do local é algo de que me recordo, e eu adorava ficar observando carros minúsculos nas avenidas que passavam próximas a favela onde habitava. Também a experiência de descer os morros de bicicleta, isso era algo cativante de fato.
Talvez se eu fosse uma criança mais resolvida, eu seria uma criança menos solitária. Gostaria de voltar no tempo e me dizer "aceite as suas raízes e assim tudo será enfrentado de forma leve." Será esse sentimento de vergonha criado apenas pela sociedade cruel que está sempre nos fazendo culpados por não nos encaixarmos nas caixinhas sociais, ou seria a culpa de uma má criação, que infelizmente não me fez entender de maneira correta o que eu realmente era?
Hoje, estou em busca de autoconhecimento. Preciso retornar ao passado e me encontrar, para que assim, eu possa voltar a prosseguir em direção ao futuro. Como posso continuar minha caminhada sem entender para onde estou indo, né?
Você também possuem algo que ainda não aceitam em vocês mesmos? Algo de sua história que tem vergonha de contar? Compartilhe nos comentários. Adoraria saber que não estou sozinho.
sexta-feira, 9 de março de 2018
O Ser Adulto
O engraçado é que em minha época de adolescência (a imposta por nossa cultura atual), eu adoraria virar logo um adulto para poder fazer o que eu quero, morar sozinho e comprar o que quiser com o dinheiro que eu ganhasse. E o que mudou de lá pra cá? Eu descobri que podemos fazer o que quisermos, porém nossas palavras e escolhas têm drásticas consequências. Morar sozinho é um bosta às vezes. Não da pra comprar o que quiser quando se ganha pouco e você deve administrar bem o seu dinheiro, pois você pode ficar com fome ou sem luz.
Talvez algumas pessoas não passem por isso, pois eu vejo muitos amigos que com seus 24 anos ainda seguem morando e sendo sustentados pelos seus pais. Infelizmente eu não tive sorte de ter uma família que pudesse me sustentar, ou seja, querendo ou não eu deveria começar a me virar já cedo.
Ok! Também há as coisas boas em ser adulto. Posso até reclamar bastante sobre as responsabilidades, as vezes é muito chato ter que levantar da cama para resolver a sua própria vida, mas no fim do dia... acredite... sempre há aquela sensação de "Uau! Como eu sou adulto!". Confesso que é uma sensação maravilhosa! E não nego que eu mudei de cidade e sai da casa dos meus pais muito cedo, pois eu estava buscando esse tipo de coisa. Eu precisava ter o meu espaço como eu tenho agora. Sair sem dar satisfação para ninguém, chamar os meus amigos e amantes para fazer um rolê em minha casa sem ser questionado. Isso é sensacional!
A unica coisa hardcore nessa nova fase de vida, é que a partir de ser considerado adulto, você toma noção do que é realmente ser uma pessoa. Como se quando você fosse criança/adolescente as pessoas te vissem como apenas uma criança ou um adolescente. Agora, como adulto, cada atitude que você tomar ou palavra que você disser, as pessoas vão designar um julgamento a você. Ou seja, cada atitude traz consigo uma cadeia de consequências. Então, para você que está chegando nessa idade, tome muito cuidado!
Nunca tenha medo de errar, os erros viram e você vai aprender com eles. Só que a precaução nunca é demais. Tome conta de sua vida, tome conta de você, não seja processado e não mate ninguém. A partir de agora, a vida é sua!
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Sexo, Drogas e Rock'n roll! Onde está o amor?
Teve um evento, onde eu estava em uma fila de entrada para uma balada e um ser místico decidiu ler a minha mão. O mesmo me informou que eu terei muito conhecimento em minha vida, cujo aliás, viverei por muito tempo, porém estou com a minha linha do coração apagada. Isso significa que não amarei alguém de fato?
Falando em fila de balada, me vejo entrando nesses ambientes e conquistando com olhares e dando beijos vazios em até mais de 10 pessoas por noite. Pessoas essas das quais no fim da noite nem me recordo de seus nomes, mas será que isso faz diferença? Sexo, drogas e rock'n roll definitivamente não são amor.
Lembro-me daquele velho Wesley inseguro que achava que nunca seria capaz de conquistar alguém e nunca teria a possibilidade de encontrar o seu tal amor. Depois de suas primeiras conquistas, dos frios na barriga, do suor em sua mão nos primeiros toques e nos primeiros beijos passou por muitas desilusões. Pobre garoto iludido!
Agora, ele é tão seguro de si que se isola do mundo, mantém os seus sentimentos trancados à sete chaves pois não há dignos de seu sentimento. Ele sente saudades de suas primeiras vezes, porém infelizmente se tornou aquilo que um dia já odiou. O pobre garoto se tornou um narcisista incapaz de amar e de se permitir ser amado, criando ilusões amorosas na mente de quem ainda sonha com o tal amor idealizado.
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
O primeiro amor recíproco
Sei que faz tempo que eu não escrevo aqui, mas como escrever sempre foi minha válvula de escape, aqui estou novamente.
Ano passado eu conheci um garoto no tinder, no início era só amizade. Mas aí um belo dia eu o pedi em namoro, a qual recebi como resposta um "não", pensei em nunca mais olhar na cara do moço. Mas não foi bem isso que aconteceu, continuamos nos falando, nos falando...
Em 11 de junho desse ano ele me pediu em namoro, ou seja, quase um ano depois aconteceu o contrário. E eu obviamente aceitei o pedido. Afinal, o amava. Porém, menos de dois meses depois nossa relação chegou ao fim. A questão é que sempre muito mais amigos que namorados, o que fez com que nossa relação não desse certo de fato.
Mais uma vez continuamos nos falando, nos falando...até que há cerca de dois meses mais ou menos, eu decidi dar um basta na situação e o excluir de todas as minhas redes sociais, além de apagar seu número. Demorei para tomar coragem e fazer isso, mas fiz.E hoje eu percebo que foi uma das melhores coisas que eu fiz. Ontem me peguei olhando nossa foto por uns dez minutos, talvez eu ainda o ame, talvez não. Não sei explicar o sentimento que sinto atualmente, é um misto de liberdade (por ter me livrado de algo que estava me fazendo mal) e um misto de saudades (já que ele fazia parte da minha vida).
A questão é que eu estou feliz sem a pessoa, e é isso que importa, a nossa felicidade. Demorei para entender que ele não era "o cara" da minha vida, mas foi bom enquanto durou. É isso que importa.
Até o próximo post, pessoal!
By RD
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Uma Nova Chance Ao Passado Ou Seguir Com O Futuro?
quarta-feira, 8 de março de 2017
Tìpico Aquariano
Eu sou aquariano, nascido em 05/02, e como o título do post mesmo diz, eu sou um típico aquariano. Que tem como característica principal a liberdade.
Por anos (parece que sou velho, mas só tenho vinte anos haha), eu procurei o "amor da minha vida!",
aquele me faria acreditar que o amor existe de verdade. Tá, mas onde entra o signo nisso? Então, depois de muita procura eu cheguei a conclusão de que ao mesmo tempo que eu sempre desejei um amor, eu não desejei.
Eu tenho medo de me tirarem algo essencial para mim: a liberdade.
Odeio ter que dá satisfações da minha vida a alguém, o que eu faço ou irei fazer só eu preciso saber.Odeio ser controlado, odeio ter que dizer onde estou ou para onde vou.
E justamente por isso, um amor não teria espaço em minha vida, por causa dessa liberdade que eu prezo tanto, sabe?
Por mais romântico que eu seja, eu amo a liberdade. Sou como um pássaro, preciso de liberdade para voar.
Mas isso não quer dizer que fechei meu coração para o amor, óbvio.
Quem sabe um dia aparece alguém para voar comigo? Enquanto não aparece eu vou voando, voando, voando...
Até o próximo voo, digo, até o próximo post!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Identidade Falsa
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Reflexões de uma quarta feira
Eu sempre me questionei o porquê de eu sofrer tanto por amor,seja pelos amores que não vingaram,seja pelas decepções que tive.
E a resposta era sempre a mesma na minha mente:"Você é muito romântico,tem que parar um pouco".
A questão é que eu nunca consegui deixar esse romantismo que tenho,vejo amor em tudo:em poesia,em uma mensagem de bom dia,em um abraço,no olhar...
O amor é o que me move,é o que me faz ter certeza que a vida vale a pena.
O amor,ah,o amor...
Talvez nunca consiga definir o que é amor realmente,e o porquê de eu nunca desistir de lutar e de sonhar para viver intensamente um.
Mas sei de uma coisa:ninguém nunca vai me tirar o amor...
Até o próximo post!
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Eu quero algo além de uma foda
O título desse post resume em linhas gerais o meu desabafo nesse post,vivemos num mundo hoje em que as pessoas só querem sexo(não que não seja bom,ok?) mas cara,e o relacionamento,fica onde nisso?
Eu percebo isso nos próprios apps para conhecer pessoas(sim,eu uso,mas só o tinder,os outros eu tentei usar mas nem rola haha).
Eu estou no app não para uma foda rápida,estou para CONHECER ALGUÉM,conhecer a pessoa,e se rolar algo,rolou.Esse rolar algo pode ser uma amizade,não necessariamente um relacionamento amoroso,mas infelizmente muitos dos garotos eu não vejo não pensam dessa maneira.
Olhando esses aplicativos eu percebo tanto isso que fico a me questionar se não eu o errado,ou se sou um rapaz diferente realmente?!
Talvez eu seja diferente mesmo:eu acredito no amor,aquele sentimento que faz seu coração bater mais forte,que te faz planejar inúmeras
possibilidades com a pessoa amada,que te faz...amar.
Como eu digo no título,eu quero mais,eu quero algo além de uma foda,eu quero amor,e isso meus amigos,é diferente de foder...
Até o próximo post!
sábado, 2 de julho de 2016
Ser feliz sozinho?!
Sim,eu sei que estou sumido do blog um pouco,minhas atividades da facul e do trabalho acabaram me atrapalhando um pouco, mas acho que voltei em definitivo.
O tema desse post é algo que eu venho a tempos para escrever no blog mas me falta tempo.
Então, um amigo me questionou uma vez sobre a escolha que fiz de ser feliz sozinho.
Não que eu não tenha amigos ou queira viver isolado das pessoas, mas escolhi não ficar a procura desesperadamente por alguém, se aparecer bem,se não aparecer, bem também.
Essa busca desenfreada por alguém que há um tempo eu fiz só me fazia ter decepções amorosas e ficar mais triste ainda. Nesse último final de semana eu fui a um parque daqui da cidade sozinho,já que minhas amigas passaram mal na véspera,claro que as pessoas me olharam meio diferente por estar sozinho,mas eu estava feliz,afinal estava conhecendo um novo lugar. Tem gente que odeia ficar sozinho,acha que é sinônimo de solidão, mas eu gosto.
A minha companhia já me basta,não que eu queira necessariamente outro alguém,mas estou bem do jeito que estou. Isso me leva a concluir que:o bom da vida é ser feliz,sozinho, acompanhado, se você é feliz meu caro,isso que importa.
É isso,até o próximo post.
sábado, 14 de maio de 2016
Jovem Adulto Frustrado
Será que alguém por aqui ainda se lembra de mim? Sou aquele antigo adolescente que escrevia alguns desabafos sobre textos mal escritos aqui por esse blog.
Bom, a minha fase de adolescência já se foi, no momento só estou vivendo como um jovem adulto frustrado. Morar sozinho, se sustentar, administrar relacionamento com as pessoas... isso tem sido muito complicado pra eu lidar. Nada acabou ocorrendo como eu imaginava, mas na verdade isso tem sido a melhor coisa que esta me acontecendo.
Viver longe da família, ter sua própria casa e seu dinheiro te traz um mundo de possibilidades, são suas escolhas, você consome elas e lida com as consequências, sem interferência alheia e isso de fato é muito prazeroso. Sair com os amigos, voltar a hora que quiser pra casa, provar de tudo um pouco.Não estou querendo chegar algum lugar com esse texto, é só um pequeno desabafo, mas aliás, se não me engano foi assim que comecei esse blog em minha adolescência... é da dor que surgem os meus surtos de genialidade. Porém, o que eu concluo com isso é que muita coisa mudou de lá pra cá, aquele Wesley inocente, tímido, que tinha medo das pessoas e tentava fazer as coisas sempre de forma que agradasse a todos esta morrendo cada vez mais para dar espaço a um novo Wesley.
Eu gosto desse novo Wesley, esta virando um grande homem, ele toma suas próprias decisões, tem suas próprias opiniões, seus próprios gostos, impõe seus próprios limites e apesar de ter aprendido com muita dificuldade que o mundo não gira ao seu redor, esta aprendendo cada vez mais como girar ao redor do mundo.








